Bueno Brandão-MG

11759024_923634731034891_243028482_nDepois de um longo caminho, eu e a Isabela chegamos em Bueno Brandão! (ou como diria a Isabela, chegamos em Bueno Grandão). Passamos cinco dias nessa cidade e nos encantamos muito. Para quem gosta de trilha, cachoeira e contato intenso com a natureza, aqui é o lugar certo.

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Nos hospedamos na Pousada Ponte Alta, lugar que indico. Além do chalé ser bem legal e de ter uma cozinha coletiva bem equipada, tem a cachoeira, que é linda e está ali para ficarmos observando o dia todo. Tem o bônus de dormir ouvindo o som da água. Tem também tem um quiosque com churrasqueira e vista pra cachoeira e um ótimo espaço para fazer fogueira. Tem a Ana, que nos recebeu muito bem na pousada e ainda rendeu muito papo durante os cafés.

Quem nos apresentou essa cidade linda, foram duas pessoas muito especiais pra mim e pra Isabela. A Thaís, que é minha prima, e a Ivone, que é amiga da família. Elas têm um programa na rádio Alfa todo sábado as dez da manhã, como elas dizem “música brasileira e um dedinho de prosa”. Como tudo o que vivi em Bueno, indico também o programa delas. (o programa, a amizade, as comidinhas que elas preparam, os patezinhos da Ivone, tudo!).

Já que eu e a Isabela adoramos fazer trilha no meio da mata, fizemos algumas visitas na cidade. No primeiro dia, a Thaís nos levou no Cristo (já que fomos no de Poços, precisávamos ir no de Bueno né?). Depois ficamos sentadas um tempão, só nós três, conversando e vendo a cidade lá do alto.

IsaCristoDepois recebemos dois amigos muito especiais. Até faço uma pausa no assunto Bueno para contar que, os dois são meus amigos há mais de dez anos, mas não se conheciam. Eis que, na magia de Bueno, voltaram apaixonados e hoje são um casal. As fotos desse texto, (as bonitas, não as embaçadas que tirei pelo cel) são todas do meu amigo Lee.

Voltando, com esses amigos visitamos mais cachoeiras. Pedimos algumas informações para as pessoas no centro da cidade. Perguntamos qual cachoeira seria legal ir visitar com criança junto. Nos deparamos com uma pergunta que nunca ouvimos. Nos foi perguntado se queríamos nadar ou tomar banho. Sempre achei que quando o assunto é cachoeira, nadar e tomar banho era a mesma coisa. Descobri que tem diferença. Só não descobri qual é.

Primeiro fomos na cachoeira Dos Luis. Tem uma trilha, mas é tranquila pra ir é só descida. O problema é subir de volta. Mas vale a pena. Pagamos para entrar, pois fica em uma propriedade privada. Não me lembro o valor, mas lembro que é um valor simbólico. Lá dentro dessa propriedade tem parquinho, pousada e restaurante. Além da cachoeira, que é linda. Tem as fotos que o Lee fez enquanto a gente recuperava o ar da caminhada. A gente eu e Carol, a Isabela subiu a trilha pulando.

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Eu, Carol e Isabela fazendo o que sabemos fazer de melhor, falando muitos assuntos ao mesmo tempo. Enquanto isso o Lee tirava fotos.
Eu, Carol e Isabela fazendo o que sabemos fazer de melhor, falando muitos assuntos ao mesmo tempo. Enquanto isso o Lee tirava fotos.

Na mesma estrada que vai para a cachoeira Dos Luis, tem a cachoeira Santa Rita. Também pagamos para entrar na propriedade alheia para ver a natureza. Fico dividida se acho certo ou errado pagar para isso, é que eu penso que se for grátis sempre tem aqueles que vão abusar da coisa e passar dos limites e não respeitar quem mora ali. Por outro lado, sempre acho que tudo que é da natureza tem que ser de todos (tipo praia, floresta, rio, cachoeira…). A cachoeira é uma graça e no calor deve ser ótima para ir com crianças pois ela forma tipo um laguinho que dá para nadar sem medo de sair escorregando nas pedras.

17jul Cachoeira Sta Rita (14) 17jul Cachoeira Sta Rita (2)Em uma das noites, a pedido da Isabela, fizemos fogueira. Logo cedo, tipo umas oito da noite, para ela aguentar acordada. Nessa fogueira tivemos dois fatos curiosos, o primeiro foi que eu, sem óculos, tropecei no pé da Carol e quase caí no fogo. Já que foi só um quase, todos riram muito, a Isabela gargalhava alto falando que nunca viu um adulto cair desse jeito. Outro fato curioso foi que a coisa mais difícil que fizemos na viagem foi essa foto que estamos os cinco. Parece fácil programar a câmera e correr pra foto né? O Lee até conseguia correr pra foto, mas a gente queria falar e palpitar e nunca que saía boa a foto. Como nossa semana foi zen, só comendo, curtindo a natureza e batendo muito papo no ritmo mineiro, voltamos totalmente renovadas dessa viagem.

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Carol, eu, Isabela, Lee e Thaís

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