Mãe deve ter vida noturna

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Eu saí sem olho nessa foto, mas a Karol ia ficar muito brava se não tivesse foto dela aqui mostrando o quanto ela faz parte de qualquer momento meu.

A pedido de muitas leitoras, escrevo hoje sobre um assunto que aprendi a entender e a fazer. Existe vida noturna além da maternidade. Como mãe solteira, aprendi que devo ter meus momentos de barzinho com amigas, de sair para dançar e de curtir uma vida social com adultos. Mesmo que eu faça isso uma vez por mês, às vezes uma vez a cada dois meses, sair faz bem.

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Em um pub em Campinas com as amigas.

Parece esquisito falar, mas eu não sabia mais sair só com adultos e conversar coisas de adultos. Meu mundo era teatro e cinema infantil, músicas para crianças e sentar e conversar com mães ou outras crianças. Minhas noites se resumiam a ver televisão, ler livros e sempre estar em alerta com a filha.

Sair a noite quando se têm filhos não é fácil. Exige uma logística bem organizada. No início me surgiam várias dúvidas: Quem vai ficar com a Isabela? Que horas posso sair sem atrapalhar quem está me fazendo um favor? Quando devo voltar?

Respostas bem fáceis. Sempre deixo a Isabela com meus pais. Procuro sair depois que ela já dormiu e sempre a aviso que quando voltar passarei em seu quarto para dar um beijo. Lógico que cumpro, sempre passo no quarto dela e aviso que cheguei. Procuro voltar cedo. Volto cedo por inúmeros motivos, primeiro porque fico preocupada em atrapalhar meus pais. Outro motivo é que não quero dormir tarde já que no dia seguinte acordarei cedinho e terei que ter energia para cuidar da filha. Por isso, ressaca nem pensar. Evito beber muito para estar bem no dia seguinte.

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Eu na balada. Mentira era show do Jeito Moleque.

Como aprendi a sair: primeiro eu saía para jantar com amigas, depois voltei a ir em bares, hoje já vou até em balada (não vou de verdade, é só para ilustrar o horário tarde, vou em show, festas, etc, mas não consigo gostar de casa noturna).

Isso me trouxe alguns benefícios, por isso indico para outras mães. Sair só com adultos em um momento de total descontração é uma delícia. Ficar algumas horas sem filhos é relaxante. No começo não relaxamos, ficamos apreensivas se estamos fazendo algo de errado ou se eles precisam de nós. Depois aprendemos a usar muito bem essas horinhas.

Me lembrei que dançar com as amigas é divertido, não sei como que eu tinha me esquecido disso. Na verdade, dançar, mesmo que sozinha é muito bom. Eu vinha de uma fase que eu só sabia as coreografias de galinha pintadinha, palavra cantada e backyardigans. Dançar ouvindo um som mais adulto e no meio de amigas é muito legal. Toda mãe deveria ter uma vida noturna vez ou outra.

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Dançando na balada do Costa Diadema. Como não sei dançar, aproveitei o momento de dancinha onde todos fazem tudo igual. Minha irmã resolveu registrar o momento para fazer um bullying de irmã mais velha.

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