Toda mãe…

Quase nenhuma mãe estava preparada para essa missão e nenhuma é igual a outra, mas todas amam irracionalmente e protegem seus filhos de qualquer coisa. Um gigante se torna uma formiga quando bate de frente com uma mãe. Toda mãe:

Já correu no berço para ver se seu bebê estava respirando.

Já teve medo e falou para o filho que não tinha perigo algum.

Já correu para o pediatra por um simples resfriado.

Já se questionou se era uma boa mãe.

Já teve a certeza que seu filho é o mais lindo do mundo.

Já gritou com o filho e se arrependeu.

Já odiou uma criança por ter mordido seu filhinho na creche.

Já chorou escondida.

Já deu gargalhadas escondida – para não perder a autoridade.

Já teve vontade de que seu filho voltasse a ser um bebezinho só para caber inteiro no seu colo.

Já quis escolher o caminho pelo seu filho.

Já teve raiva por não ser ouvida.

Já esqueceu de ouvir.

Já disse “eu não disse?”.

Já sentiu muito orgulho do seu filho.

Já quis trocar de lugar com um filho que estava sofrendo.

Já quis proteger seu filho de perigos que ela mesma imaginou existir.

Toda mãe quer poder cuidar do seu filho e nunca vai achar que ele não precisa mais de cuidados. Toda mãe ama incondicionalmente e nunca pensa se esse amor é recíproco. Entre mães é assim, somos muito diferentes umas das outras e ao mesmo tempo somos tão parecidas. Não se explica uma mãe, apenas a entende. Eu só entendi isso quando me tornei uma.

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