Viajar com criança

Semana passada, em mais uma das nossas aventuras de mãe e filha (em breve conto sobre a viagem), percebi que temos tantos detalhes na hora de sair de casa, que isso virou tema de post no Blog.

Eu e a Isabela fizemos um roteiro, só nós duas, encontrando amigos pelo caminho (alguns antigos outros que fizemos na hora). A viagem foi no Sul de Minas Gerais, passamos pelas cidades: Poços de Caldas, Cabo Verde (e São Bartolomeu de Minas), Muzambinho e Bueno Brandão (ou Bueno Grandão, como diz a Isabela). Foram muitos dias fora de casa e muitas horas seguidas dentro do carro. Assim, preparei dicas para amenizar o tempo no carro para as crianças:

1. Trace o roteiro, estude o mapa e use o GPS (nem sempre confie nele – falo mais sobre essa furada em um texto futuro): se você sabe o caminho, sabe a distância e o tempo estimado, dá para se programar e saber o que precisará no carro e onde dá para fazer as paradas para o xixi e abastecer o carro.

2. Prepare o carro: como você estará transportando crianças, eles têm fome, sede, sono, tédio, enjoo e muita vontade de fazer xixi. Para solucionar esses problemas, no banco de trás do meu carro tinha uma garrafa de água, uma vasilha com biscoito de polvilho, duas bananas, coberta, travesseiro de viagem, saquinho para emergências (vômitos) e muitos brinquedos e Ipad. No rádio revezamos CD’s dela e meus (ouvimos Spice Girls, Carrossel, Chiquititas, Arca de Noé, Sandy e Junior, Rita Lee, Charlie Brown, Legião, Capital Inicial e U2).

3. Traga a criança para o clima: eu preparei a Isabela, contei sobre as cidades, mostrei o mapa. No caminho fomos conversando sobre as coisas que tinham na estrada, sobre os lugares que passamos. Rimos dos nomes esquisitos de cidades, contei histórias que vivi em algumas delas. Ela me ajudava a ler placas para achar a saída e quando pedíamos informações ela me ajudava a entender o caminho.

4. Faça paradas: ninguém aguenta ficar muito tempo dentro do carro. O tempo para a criança passa muito diferente. Ela viveu tão pouco que as horas são muito longas. Não existe coisa mais chata do que criança entediada. Eu fiz algumas paradas com a Isabela, aproveitamos para usar o banheiro, bater um papo e esticar as pernas. Quando voltava para o carro, ela já estava animada para escolher um novo CD e usar alguma das coisas que tinha no banco de trás (brinquedo, Ipad ou comida).

5. Conte o tempo: não tem coisa mais chata do que a pergunta “falta muito para chegar? Que cidade estamos?”. Para isso não acontecer, além de ir contando as cidades (vez ou outra, claro), eu ia falando quanto tempo faltava. Assim ela sentia que não tinha muito o que fazer, apenas se distrair. Em alguns momentos ela cochilava e quando acordava eu informava quanto tempo passou. Assim estimulava ela a dormir no carro.

Claro tudo isso somado aos cuidados básicos de toda viagem: carro em ordem, com gasolina, caminho traçado e documentos em dia.

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